Saturday, January 21, 2012
Monday, December 12, 2011
NEGOCIAÇOES ECONÔMICAS INTERNACIONAIS - abordagens, atores e perspectivas desde o Brasil
Kelly França e Mariana Barros have an article in this book. Thanks to UNESP - PROGRAMA SAN TIAGO DANTAS
Tuesday, December 6, 2011
Friday, December 2, 2011
Empresas se preocupam em integrar funcionários estrangeiros / #VALOR ECONOMICO ONLINE
07/10/2011 ÀS 16H23
Empresas se preocupam em integrar funcionários estrangeiros
Por Letícia Arcoverde | Valor
Mariana Barros, sócia da Differänce, diz que a procura por workshops que impulsionam a integração de estrangeiros à cultura brasileira aumentou desde 2008
SÃO PAULO - Começar em um emprego exige adaptações a novos ambientes e responsabilidades. Quando se soma a isso o fato de estar em um país estrangeiro, de cultura diferente e costumes desconhecidos, os desafios de integração são ainda maiores. Com a chegada crescente de estrangeiros para trabalhar no Brasil, os departamentos de recursos humanos estão cada vez mais atentos à necessidade de promover ações que melhorem a adaptação dos expatriados e estimulem a integração entre funcionários locais e estrangeiros.
A consultora Mariana Barros, sócia da Differänce, que oferece assistência a expatriados, explica que a procura por workshops que impulsionam a integração de estrangeiros à cultura brasileira vem crescendo há cerca de três anos. Desde 2010, no entanto, o serviço mais procurado pelas empresas é o treinamento de diversidade, que auxilia os funcionários a interagir com as diferenças no ambiente de trabalho. Os mais populares focam na capacitação de equipes brasileiras para trabalhar com times de estrangeiros, e reforçam desde a importância da língua inglesa até a cultura de países que fazem negócios com os grupos daqui.
As iniciativas melhoram o ambiente de trabalho e a relação entre brasileiros e expatriados. A consultora explica que é comum os estrangeiros interagirem apenas entre si, desenvolvendo grupos sociais próprios, o que pode afetar a rotina profissional e atrapalhar os negócios. Segundo ela, os RHs estão atentos a isso e passaram a investir em programas que derrubam as barreiras culturais e promovem a integração de todos os funcionários.
É o caso da LG Brasil, que costuma receber pelo menos cem estrangeiros por ano, a maioria vinda da matriz, na Coreia do Sul. Ao perceber que os expatriados costumavam se relacionar muito entre si, o RH desenvolveu o projeto “Local Brother”. Nele, funcionários brasileiros se voluntariam para servir de “irmão” local e receber os estrangeiros que chegam à empresa fora do ambiente de trabalho. A intenção é mostrar aspectos simples, mas importantes, do cotidiano local para os recém-chegados e suas famílias, facilitando a integração não só dentro da empresa, mas com a cultura nacional. As atividades já realizadas vão desde oferecer dicas na hora de fazer supermercado ou escolher o melhor restaurante até assistir jogos de futebol ou andar a cavalo na casa da família no interior do Estado.
O gerente geral de RH da empresa, Victor Matheus, explica que o objetivo é aproveitar as diferentes culturas para enriquecer o ambiente profissional e a relação entre os funcionários, e não tratá-las como um obstáculo. O programa, que acabou de ser implementado, já formou quatro pares entre voluntários brasileiros e estrangeiros que chegaram ao escritório de São Paulo desde o início do projeto. Matheus agora estuda promover duplas também entre expatriados que já estão há um tempo na empresa.
Acostumada a receber a cultura coreana da matriz, a LG também promove palestras sobre o país asiático para os funcionários brasileiros. Para Matheus, melhorar o entendimento e a convivência entre os locais e os expatriados é essencial para usar o melhor de culturas diferentes e trabalhar a favor da empresa.
(Letícia Arcoverde | Valor)
http://www.valor.com.br/carreira/1042084/empresas-se-preocupam-em-integrar-funcionarios-estrangeiros
Empresas se preocupam em integrar funcionários estrangeiros
Por Letícia Arcoverde | Valor
Mariana Barros, sócia da Differänce, diz que a procura por workshops que impulsionam a integração de estrangeiros à cultura brasileira aumentou desde 2008
SÃO PAULO - Começar em um emprego exige adaptações a novos ambientes e responsabilidades. Quando se soma a isso o fato de estar em um país estrangeiro, de cultura diferente e costumes desconhecidos, os desafios de integração são ainda maiores. Com a chegada crescente de estrangeiros para trabalhar no Brasil, os departamentos de recursos humanos estão cada vez mais atentos à necessidade de promover ações que melhorem a adaptação dos expatriados e estimulem a integração entre funcionários locais e estrangeiros.
A consultora Mariana Barros, sócia da Differänce, que oferece assistência a expatriados, explica que a procura por workshops que impulsionam a integração de estrangeiros à cultura brasileira vem crescendo há cerca de três anos. Desde 2010, no entanto, o serviço mais procurado pelas empresas é o treinamento de diversidade, que auxilia os funcionários a interagir com as diferenças no ambiente de trabalho. Os mais populares focam na capacitação de equipes brasileiras para trabalhar com times de estrangeiros, e reforçam desde a importância da língua inglesa até a cultura de países que fazem negócios com os grupos daqui.
As iniciativas melhoram o ambiente de trabalho e a relação entre brasileiros e expatriados. A consultora explica que é comum os estrangeiros interagirem apenas entre si, desenvolvendo grupos sociais próprios, o que pode afetar a rotina profissional e atrapalhar os negócios. Segundo ela, os RHs estão atentos a isso e passaram a investir em programas que derrubam as barreiras culturais e promovem a integração de todos os funcionários.
É o caso da LG Brasil, que costuma receber pelo menos cem estrangeiros por ano, a maioria vinda da matriz, na Coreia do Sul. Ao perceber que os expatriados costumavam se relacionar muito entre si, o RH desenvolveu o projeto “Local Brother”. Nele, funcionários brasileiros se voluntariam para servir de “irmão” local e receber os estrangeiros que chegam à empresa fora do ambiente de trabalho. A intenção é mostrar aspectos simples, mas importantes, do cotidiano local para os recém-chegados e suas famílias, facilitando a integração não só dentro da empresa, mas com a cultura nacional. As atividades já realizadas vão desde oferecer dicas na hora de fazer supermercado ou escolher o melhor restaurante até assistir jogos de futebol ou andar a cavalo na casa da família no interior do Estado.
O gerente geral de RH da empresa, Victor Matheus, explica que o objetivo é aproveitar as diferentes culturas para enriquecer o ambiente profissional e a relação entre os funcionários, e não tratá-las como um obstáculo. O programa, que acabou de ser implementado, já formou quatro pares entre voluntários brasileiros e estrangeiros que chegaram ao escritório de São Paulo desde o início do projeto. Matheus agora estuda promover duplas também entre expatriados que já estão há um tempo na empresa.
Acostumada a receber a cultura coreana da matriz, a LG também promove palestras sobre o país asiático para os funcionários brasileiros. Para Matheus, melhorar o entendimento e a convivência entre os locais e os expatriados é essencial para usar o melhor de culturas diferentes e trabalhar a favor da empresa.
(Letícia Arcoverde | Valor)
http://www.valor.com.br/carreira/1042084/empresas-se-preocupam-em-integrar-funcionarios-estrangeiros
IDH - INDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO 2011
Os dez países com melhor IDH:
Posição País Valor do IDH 2011
1º Noruega 0.943
2º Austrália 0.929
3º Países Baixos 0.910
4º Estados Unidos 0.910
5º Nova Zelândia 0.908
6º Canadá 0.908
7º Irlanda 0.908
8º Liechtenstein 0.905
9º Alemanha 0.905
10º Suécia 0.904
IDH na América Latina:
Posição País Valor do IDH 2011
44º Chile 0.805
45º Argentina 0.797
47º Barbados 0.793
48º Uruguai 0.783
51º Cuba 0.776
53º Bahamas 0.771
57º México 0.770
58º Panamá 0.768
60º Antígua e Barbuda 0.764
62º Trinidade e Tobago 0.760
67º Granada 0.748
69º Costa Rica 0.744
72º São Cristóvão e Névis 0.735
73º Venezuela 0.735
79º Jamaica 0.727
80º Peru 0.725
81º Dominica 0.724
82º Santa Lúcia 0.723
83º Equador 0.720
84º Brasil 0.718
85º São Vicente e Granadinas 0.717
87º Colômbia 0.710
93º Belize 0.699
98º República Dominicana 0.689
104º Suriname 0.680
105º El Salvador 0.674
107º Paraguai 0.665
108º Bolívia 0.663
117º Guiana 0.633
121º Honduras 0.625
129º Nicarágua 0.589
131º Guatemala 0.574
158º Haiti 0.454
Ocupando as 10 últimas posições, somente países africanos.
Posição País Valor do IDH 2011
178º Guiné 0.344
179º República Centro-Africana 0.343
180º Serra Leoa 0.336
181º Burkina Faso 0.331
182º Libéria 0.329
183º Chade 0.328
184º Moçambique 0.322
185º Burundi 0.316
186º Níger 0.295
187º República Democrática do Congo 0.286
Fonte: Pnud Brasil
Posição País Valor do IDH 2011
1º Noruega 0.943
2º Austrália 0.929
3º Países Baixos 0.910
4º Estados Unidos 0.910
5º Nova Zelândia 0.908
6º Canadá 0.908
7º Irlanda 0.908
8º Liechtenstein 0.905
9º Alemanha 0.905
10º Suécia 0.904
IDH na América Latina:
Posição País Valor do IDH 2011
44º Chile 0.805
45º Argentina 0.797
47º Barbados 0.793
48º Uruguai 0.783
51º Cuba 0.776
53º Bahamas 0.771
57º México 0.770
58º Panamá 0.768
60º Antígua e Barbuda 0.764
62º Trinidade e Tobago 0.760
67º Granada 0.748
69º Costa Rica 0.744
72º São Cristóvão e Névis 0.735
73º Venezuela 0.735
79º Jamaica 0.727
80º Peru 0.725
81º Dominica 0.724
82º Santa Lúcia 0.723
83º Equador 0.720
84º Brasil 0.718
85º São Vicente e Granadinas 0.717
87º Colômbia 0.710
93º Belize 0.699
98º República Dominicana 0.689
104º Suriname 0.680
105º El Salvador 0.674
107º Paraguai 0.665
108º Bolívia 0.663
117º Guiana 0.633
121º Honduras 0.625
129º Nicarágua 0.589
131º Guatemala 0.574
158º Haiti 0.454
Ocupando as 10 últimas posições, somente países africanos.
Posição País Valor do IDH 2011
178º Guiné 0.344
179º República Centro-Africana 0.343
180º Serra Leoa 0.336
181º Burkina Faso 0.331
182º Libéria 0.329
183º Chade 0.328
184º Moçambique 0.322
185º Burundi 0.316
186º Níger 0.295
187º República Democrática do Congo 0.286
Fonte: Pnud Brasil
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