Thursday, February 19, 2009

A “cara” de São Paulo

Marketing
A “cara” de São Paulo
Veja pesquisa que mostra o Parque do Ibirapuera como o mais citado. Casas Bahia aparece como a marca mais lembrada.

A rede de lojas de varejo Casas Bahia é a primeira marca a aparecer em lista resultante da pesquisa "A cara de São Paulo", que traz os nomes mais lembrados pelos paulistanos em diversas categorias (lugar, lojas, bancos, personalidades, entre outros). A marca ficou em segundo lugar noranking, atrás apenas do Parque do Ibirapuera (veja lista abaixo). A revista Veja ficou em décimo lugar, enquanto que a TV Globo ficou em 12º; Bradesco em 15º e o jornal Folha de S. Paulo 17º.

Quando separado por categoria, no item empresário mais citado, o publicitário Roberto Justus, CEO do Grupo Newcomm e presidente da agência Y&R, aparece em terceiro lugar, atrás de Silvio Santos e Antônio Ermírio de Moraes e seguido por Abílio Diniz.

A pesquisa realizada pela APPM (Análise, Pesquisa e Planejamento de Mercado, empresa de Pesquisa de Mercado e Opinião Pública) foi feita pela primeira vez em 1990. O seu objetivo é verificar a relação que existe entre a cidade e as pessoas que nela vivem.

O estudo é composto por pesquisas qualitativa e quantitativa. Na primeira fase, foram realizados seis grupos sobre os possíveis símbolos da cidade, seus problemas, aspectos positivos e negativos e o sentimento do cidadão paulistano, de nascimento e por adoção, em relação à cidade.

Os entrevistados também levantaram os pontos positivos e negativos da cidade. Ao mesmo tempo em que a cidade de São Paulo é sinônimo de trabalho, progresso, comércio, informação e cultura, ela também lembra violência, trânsito, poluição, barulho e crescimento desorganizado.

A pesquisa mostra o quanto o perfil de São Paulo mudou nos últimos anos. Em 1990, por exemplo, a figura que representava bem São Paulo, segundo os próprios moradores da cidade, era um homem altamente sedutor e poderoso que, ao mesmo tempo, era boêmio e gostava muito de trabalhar. Já a figura de 2009 vem representada por uma mulher que é executiva e mãe.

A partir deste levantamento foi possível elaborar uma primeira lista de categorias que foi aplicada em 100 entrevistas espontâneas por telefone. Com estes dois levantamentos em mãos, a APPM pode elaborar o questionário que foi aplicado em 1.000 entrevistas com pessoas que vivem em São Paulo, uma mostra significativa que traz uma margem de erro de 2 a 3%. Todas as classes sociais e faixas etárias foram abordadas.

Veja os itens mais citados como a cara de São Paulo:
1. Parque Ibirapuera (72%)
2. Casas Bahia (67%)
3. Catedral da Sé (64%)
4. Avenida Paulista (62%)
5. Ginásio do Ibirapuera (61%)
6. Hospital das Clínicas (61%)
7. Estádio do Morumbi (59%)
8. Museu do Ipiranga (58%)
9. Teatro Municipal (57%)
10. Revista Veja (56%)
11. Trem das Onze (51%)
12. TV Globo (49%)
13. Credicard Hall (48%)
14. Roberto Carlos (47%)
15. Bradesco (46%)
16. Demônios da Garoa (46%)
17. Jornal Folha de São Paulo  (44%)
18. Av. Paulista - Cartão Postal (44%)
19. Corinthians (43%)
20. Willian Bonner (42%)
21. Fernanda Montenegro (42%)
22. (Ator) – Lima Duarte (32%)
23. (Apresentador) – Sílvio Santos (35%)
24. (Apresentadora) – Hebe Camargo (38%)
25. (Jornalista de imprensa escrita) - José Simão (22%)
26. (Conjunto de Rock) - Titãs (32%)
27. (Esportista) - Rogério Ceni (30%)
28. (Empresário) - Sílvio Santos (37%)
29. (Político) - Kassab (30%)
30. (Artista Plástica) (NS 45) - Gregório Gruber (32%)

 

Fonte: PropMark (www.propmark.com.br)
18/02/2009

Monday, February 16, 2009

12/02/09 - 11h18 - Atualizado em 12/02/09 - 14h15

Príncipe Harry faz curso sobre diversidade após suposta ofensa asiático

Ele foi reprimido por ter chamado colega paquistanês de 'Paki'.
Caso ocorreu em 2006.

Da Reuters

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O príncipe Harry foi colocado em um curso de igualdade e diversidade do Exército, depois de ser reprimido por ter chamado um colega asiático de "Paki" (apelido ofensivo dado a paquistaneses), informou o jornal "Daily Mirror" nesta quinta-feira (12).


O príncipe de 24 anos divulgou um pedido de desculpas depois de ter feito os comentários, registrados em vídeo e publicados em 2006 no site de um jornal. Ele disse que não teve malícia racista ao dizer aquilo.


O primeiro-ministro, Gordon Brown, está entre as pessoas que condenaram Harry, que é neto da rainha Elizabeth e terceiro na linha de sucessão ao trono.


Este será o segundo curso do tipo a que Harry se submete. Mas, desta vez, as aulas serão mais intensivas, segundo o jornal.


O jornal acrescentou que o príncipe já recebeu reprimendas formais, e a ofensa agrava os seus registros militares.


Em alguns dos vídeos publicados, Harry está detrás da câmera e pode ser ouvido caçoando do colega.


"Está todo mundo aqui... ah, e também o nosso amigo 'Paki', Ahmed", disse Harry, dando um zoom no rosto de um cadete asiático, enquanto o grupo esperava em um aeroporto para embarcar num vôo para o Chipre.


A gravação foi feita um ano depois de Harry ser flagrado usando um uniforme com a suástica nazista, em uma festa a fantasia. A gafe despertou protestos internacionais.


Uma porta-voz da família real disse que a questão já está resolvida.


"O príncipe Harry pediu desculpas por seus comentários", disse. "Ele se sujeitou aos procedimentos disciplinares normais do Exército, como qualquer outro militar"