Friday, April 24, 2009

Executivo inglês em jantar de negócios na China - propaganda HSBC

http://www.youtube.com/watch?v=dKWoYZVcyDo&NR=1

VIII Sampa Get-together: Museu do Futebol


Dear friends,

I'm really glad to announce that we were able to organize our April event in the Soccer Museum, at Estadio do Pacaembu, for real this time!
The bar "O Torcedor" guaranteed us that they will not have a match on the 25th so we are able to have our happy hour, starting at 4h30pm, for the ones who want a calm environment for good talking and then we will have live Brazilian Music at 8pm, for a good Brazilian dancing!

I hope to see you all there,
For the ones interested in visiting the museum, it is important to know that the visit takes 1 hour and that they close at 5pm on Saturdays!

beijos!

Mariana

PS: There will be a R$5,00 of couvert artístico charged after 7pm!

Host

Mariana Barros - InterNations Ambassador

Event Date

Start date: 04/25/2009, 16:30
End date: 04/25/2009, 23:59

Event Location

Museu do Futebol
Praça Charles Miller, S/N - Estádio do Pacaembu
São Paulo
Brazil

Mapa:

http://maps.google.com.br/maps?f=q&source=s_q&hl=pt-BR&geocode=&q=Pra%C3%A7a+Charles+Miller+-+S%C3%A3o+Paulo+-+SP&sll=-21.558483,-51.261953&sspn=0.010318,0.013819&g=Pacaembu+-+SP&ie=UTF8&ll=-23.545045,-46.665223&spn=0.01017,0.013819&z=16&iwloc=A

Thursday, April 16, 2009

Projeto Gastro-pop, de Carla Pernambuco, promove jantar-degustação chinês nesta quinta

15/04/2009 - 06h37

Projeto Gastro-pop, de Carla Pernambuco, promove jantar-degustação chinês nesta quinta

Da Redação
A chef Carla Pernambuco organiza a primeira edição deste ano de seu projeto Gastro-pop com jantar nesta quinta-feira (16), no Studio 678, no bairro de Higienópolis, em São Paulo.
  • Divulgação

    A edição chinesa do Gastro-pop acontece no Studio 678 nesta quinta-feira (16)


O Gastro-pop, que a cada edição aborda a culinária de um país, apresentará nesta semana os sabores da China, por meio do trabalho do chef convidado Thompson Lee, proprietário Yoshi Sushi-Bar e Restaurante e professor de culinária asiática nas faculdades Senac e Anhembi-Morumbi.

O jantar será servido em um menu-desgustação, que procura explorar as principais regiões do país: Canton, Beijing, Shanghai e Sichuan. A seqüência de pratos traz pastel dim sumsopa de wonton,pato laqueado à moda de Pequimrobalo ao molho de feijão pretoninho de frutos do mar,sichuan beef e frutas carameladas.

O evento custa R$ 180 por pessoas e as reservas podem ser feitas pelo telefone 0/XX/11 3663-0911.

Clique abaixo para ver o modo de preparo de cada receita:
Dim sum
Sopa de wonton
Pato laqueado à moda de Pequim
Robalo ao molho de feijão preto
Ninho de frutos do mar
Sichuan beef
Frutas carameladas

Gastro-pop
Quando: 16/4, 21h
Onde: rua Sergipe, 768, Higienópolis, São Paulo
Quanto: R$ 180
Informações: 0/XX/11 3663-0911

Wednesday, April 8, 2009

O tempo ao redor do mundo

O tempo ao redor do mundo

Como outros países estão driblando (ou não) as longas jornadas de trabalho

Por Juliana De Mari

As discussões a respeito das soluções para melhorar a qualidade de vida dos profissionais brasileiros e tornar possível a conciliação entre as demandas do trabalho e da vida privada estão engatinhando no país. Conheça agora, de acordo com pesquisa feita pela escritora Rosiska Darcy de Oliveira para o livro Reengenharia do Tempo (ed.Rocco), o que outros países, como Holanda, Suécia e Estados Unidos, estão fazendo (ou não) para viabilizar a melhorida da qualidade de vida de seus profissionais. Confira:

  
HOLANDA

A Holanda foi o primeiro país a realizar pesquisas sobre as aspirações dos homens. Por meio delas, chegou-se a conclusão de que era preciso diminuir o ritmo de trabalho para que eles pudessem estar mais próximos de sua vida afetiva. Os documentos sobre as políticas de igualdade do país insistem no fato de que "os homens precisam recuperar um atraso na sua vida privada, tanto quanto as mulheres precisam superar alguns obstáculos na vida profissional". A sociedade holandesa evoluiu progressivamente no sentido do trabalho a tempo parcial. A Holanda concluiu que só liberando os homens do trabalho remunerado poderia liberar as mulheres do trabalho doméstico.

FRANÇA As mulheres francesas ganham 25% menos do que os homens e isso afeta as relações familiares e a divisão de tarefas em casa. O país tentou resolver a questão implantando o chamado salário doméstico, mas a abordagem não deu certo. A maneira francesa de enfocar a questão da vida privada, dando-lhe um tratamento monetário, pecava por vários equívocos, segundo Rosiska Darcy de Oliveira. "O mais grave era olhar para a vida privada pensando apenas na sua funcionalidade, e não no sentido que tem na relação entre as pessoas".
ITÁLIA
Os italianos levaram adiante um dos mais interessantes debates sobre reengenharia do tempo. Conhecida como "tempo das cidades", essa política pública visava conciliar os tempos de vida privada, de trabalho e da cidade em si, para uma maior qualidade de vida. Seu primeiro grande mérito é evitar as soluções destinadas apenas às mulheres no tratametno dos problemas. A Itália reconhece que se trata de um problema da família, da sociedade como um todo. Hoje, cerca de 160 cidades italianas usam políticas de horário de abertura do comércio levando em conta três fatores: as expectativas dos habitantes, os horários das escolas e os horários dos transportes. Atualmente, o grande desafio da Itália é uma integração mais efetiva das empresas. 
SUÉCIA
O debate sobre a questão do tempo começou efetivamente na Europa via Suécia.O país criou uma licença remunerada, equivalente a 90% do salário dos empregados, acessível a pais e mães, podendo ser utilizada em tempo integral ou parcial, até que o filho completasse oito anos. Também foi criado um mês de licença, depois do nascimento, para ser usado tanto pelo pai quanto pela mãe. Deu-se aos pais ainda o direito de 60 faltas anuais no trabalho em caso de doenças dos filhos. A sociedade sueca discutiu direitos e deveres de homens e mulheres, levando em conta seu duplo papel de pais e trabalhadores. O resultado é exemplar: 74% das mulheres suecas trabalham e que a política de tempo parcial cresceu mais entre eles do que elas. 
ESTADOS UNIDOS
Uma sociedade altamente dinâmica, voltada par ao produtivismo como uma quase religião, tende naturalmente a deixar a vida privada em segundo plano. A moderna empresa americana estruturou seu processo produtivo apoiando-se na possibilidade de convocar a mão-de-obra necessária no momento e nas circunstâncias que melhor convierem à empresa. Em tempos de precariedade de empregos, a tendência dos empregados é aceitar essas condições. Reina, assim, uma grande imprevisibilidade em termos de uso do tempo. Essa situação vem diluindo os laços de dependência entre jovens e seus pais e empobrecendo o papel educativo das famílias. O objetivo mais generalizado dos americanos é: aumentar o poder aquisitivo para garantir a extensão do consumo. A relação com o trabalho, portanto, aparece como prioridade.
 
Fonte: Reengenharia do Tempo, editora Rocco
 
 
  • Leia também a entrevista com Rosiska Darcy de Oliveira, autora do livroReengenharia do Tempo. Clique aqui

Tuesday, April 7, 2009

Por que os dias da semana têm "feira" no nome?

por Marina Motomura

"Feira" vem de feria, que, em latim, significa "dia de descanso". O termo passou a ser empregado no ano 563, após um concílio da Igreja Católica na cidade portuguesa de Braga - daí a explicação para a presença do termo somente na língua portuguesa. Na ocasião, o bispo Martinho de Braga decidiu que os nomes dos dias da semana usados até então, em homenagem a deuses pagãos, deveriam mudar. Mas espera aí: se feria é dia de descanso, por que se usa "feira" apenas nos dias úteis? Isso acontece porque, no início, a ordem do bispo valia apenas para os dias da Semana Santa (aquela que antecede o domingo de Páscoa), em que todo bom cristão deveria descansar. Depois acabou sendo adotada para o ano inteiro, mas só pelos portugueses - no espanhol, no francês e no italiano, os deuses conti- nuam batendo ponto dia após dia. As únicas exceções assumidas pelos nossos irmãos bigodudos - e depois incorporadas nas colônias portuguesas - foram sábado e domingo (Prima Feria, na Semana Santa), que derivam, respectivamente, do hebreu shabbat, o dia de descanso dos judeus, e do latim Dies Dominicus, o "Dia do Senhor". Desde 321 os calendários ocidentais começam a semana pelo domingo. A regra foi imposta naquele ano pelo imperador romano, Constantino, que, além disso, estabeleceu definitivamente que as semanas teriam sete dias. A ordem não foi aleatória: embora na época os romanos adotassem semanas de oito dias, a Bíblia já dizia que Deus havia criado a Terra em seis dias e descansado no sétimo e, ao que tudo indica, os babilônios também já dividiam o ano em conjuntos de sete dias.

É dia de feira

Em outras línguas, o mais comum é homenagear deuses ou astros nos dias da semana

Língua, dia da semana - Espanhol / Mesmas explicações do Francês e Italiano

Domingo - Domingo / Dia do Senhor

Segunda-feira - Lunes / Dia da Lua

Terça-feira - Martes / Dia de Marte

Quarta-feira - Miércoles / Dia de Mercúrio

Quinta-feira - Jueves / Dia de Júpiter

Sexta-feira - Viernes / Dia de Vênus

Sábado - Sábado / Dia do shabbat

Língua, dia da semana - Sueco / mesmas explicações do norueguês

Domingo - Söndag / Dia do Sol

Segunda-feira - Måndag / Dia da Lua

Terça-feira - Tisdag / Dia de Tyr, deus nórdico da guerra

Quarta-feira - Onsdag / Dia de Woden ou Odin, deus supremo dos nórdicos e pai de Tyr

Quinta-feira - Torsdag / Dia de Thor, deus nórdico do trovão

Sexta-feira - Fredag / Dia de Freyja, mulher de Woden e deusa da beleza

Sábado - Lördag / Dia do banho

Língua, dia da semana - Alemão

Domingo - Sonntag / Dia do Sol

Segunda-feira - Montag / Dia da Lua

Terça-feira - Dienstag / Dia de Tyr

Quarta-feira - Mittwoch / Média semana

Quinta-feira - Donnerstag / Dia do trovão

Sexta-feira - Freitag / Dia de Freyja

Sábado - Samstag / Dia do shabbat

Língua, dia da semana - Inglês

Domingo - Sunday / Dia do Sol

Segunda-feira - Monday / Dia da Lua

Terça-feira - Tuesday / Dia de Tyr

Quarta-feira - Wednesday / Dia de Woden

Quinta-feira - Thursday / Dia de Thor

Sexta-feira - Friday / Dia de Freyja

Sábado - Saturday / Dia de Saturno

http://mundoestranho.abril.uol.com.br/cotidiano/pergunta_287767.shtml

Sunday, April 5, 2009

MAPUTO

Blog O Tranca Rua
icone postado
Postado em 03.04.2009 | 22:32 | por Endrigo Chiri: http://revistatrip.uol.com.br//blogs/trancarua/


 

Casamento em praia de Moçambique, na África

Casamento em praia de Moçambique, na África


O vôo da LAM (Linhas Aéreas de Moçambique) pousou no Aeroporto Internacional de Maputo no dia 5 de novembro de 2008. Era uma data especial para a África e para o mundo. Enquanto o avião taxiava na pista do pequeno aeroporto, o planeta mudava um pouco com o anuncio da vitória de Barack Obama na eleição presidencial americana. “O novo dono do mundo é um negro, filho de quenianos e filho da África!”, comemoravam os moçambicanos em festa exalando alegria pelo saguão do aeroporto.

Africanos cantam e dançam o tempo todo. Foram eles que ensinaram os brasileiros a serem assim. Cantam pra rezar, cantam pra chorar, cantam pra trazer sorte e cantam pra comemorar. Era um dia especial e a alegria podia ser sentida em toda parte.

Na madrugada anterior, o escritor moçambicano Mia Couto acompanhava pela televisão a apuração da eleição americana em sua casa em Maputo. “Foi uma madrugada de intensa comoção. Eu confesso que chorei, nunca pensei que pudesse embarcar numa coisa que eu sei que é ilusão, pois esse homem esta condicionado por poderes enormes. Mas ao mesmo tempo o que representa como valor simbólico é algo muito grande, traz benefícios do ponto de vista da auto estima. Somos tão influenciados por eles que deveríamos reivindicar direito a voto na eleição americana. Se bem que de uma certa maneira votamos com o coração,” confessa o premiado escritor, correspondente da Academia Brasileira de Letras e considerado um dos mais importantes escritores africanos e da língua portuguesa.

Moçambique fica na costa oriental da África, de frente para o Oceano Indico e de costas para o Brasil. O Brasil conhece pouco Moçambique, que por sua vez, conhece muito bem o Brasil. As novelas, a musica e a literatura brasileira tem uma influencia enorme nos costumes e na cultura local, o que faz com que o nosso português “adocicado”, como dizem os moçambicanos, abra qualquer porta por lá.

 


Foi assim na beira da praia, quando num dia quente como são quase todos os dias na África, vi de longe um cortejo passando pelo calçadão. Me aproximei. A noiva vestida de branco, véu e grinalda, caminhava de braços dados com o noivo. Atrás deles vinham cerca de cinqüenta pessoas. Eram convidados, padrinhos, madrinhas, damas de honra. As mulheres vestiam saias longas, adereços e cabelos cuidadosamente penteados. Cantavam uma música aguda e dançavam como num ritual ancestral. Os homens vestiam terno, gravata, traziam flores na lapela e sorrisos nos rostos. Foram em direção ao mar e nem o vento forte e o desconforto da areia entrando nos sapatos de domingo foram capazes de diminuir a alegria daquele momento. Um fotógrafo registrava tudo e olhou torto quando me aproximei com a câmera. Bastaram algumas palavras no português “brasileiro” para trazer de volta o clima amistoso.

Sobre uma coluna de concreto que avança mar adentro, os noivos se beijaram tendo o oceano Indico ao fundo. O cântico das mulheres ficou mais agudo. O vento soprou mais forte balançando o vestido branco da noiva feliz e misturando a maresia o forte perfume das africanas. O fotógrafo moçambicano registrou a cena que durante as próximas décadas será vista e revista centenas de vezes no álbum de casamento da família por seus futuros filhos e netos.

Depois de alguns minutos na praia, o cortejo voltou para a calçada onde alguns carros enfeitados com fitas e flores esperavam pelos noivos e seus convidados. Com as dificuldades impostas pelas roupas apertadas, os convidados subiram na caçamba das camionetes enquanto os noivos entravam no carro branco escoltados pelo motorista. A musica das mulheres parou e o cortejo se transformou em carreata, com buzinas incessantemente tocadas para comemorar a união do casal.

 


Na tarde seguinte ao casamento, na mesa do bar do hotel Southern Sun, em Maputo, Mia Couto explica e contextualiza o que vi e fotografei: “Isso é uma coisa que começa a acontecer depois da independência. Antes a cidade era estratificada racialmente e os casamentos das pessoas negras não tinham esse desfile na chamada “zona dos brancos”. O que acontece também nos casamentos, como nos batizados ou em qualquer ritual é que há esse casamento aqui e também há outro no bairro, no interior que é uma outra festa.”

 

Moçambique é um pais jovem, que recentemente descobriu a paz depois de longos anos de violência. Mia Couto viu o país nascer, acompanhou de perto as sucessivas guerras e hoje experimenta pela primeira vez a paz. “Moçambique tem trinta e três anos. Eu sou mais velho que o meu próprio pais, uma coisa que não é muito comum. Os meus filhos nasceram na guerra. Havia uma geração inteira de jovens que só sabia o que era guerra. Em 1992 houve paz. De fato foi uma coisa pra mim quase milagrosa. Depois que a paz se tornou uma cultura, nunca mais houve tensões, violência militar e o país vive esse período de estabilidade política e social. Simplesmente se transformou num pais igual aos outros.” Explica o escritor.

Mia resume em poucas frases a curta e agitada história do jovem país.“Em 1975 foi feita a independência contra a dominação portuguesa, Moçambique era uma das cinco colônias portuguesas na África que se tornaram independentes mais ou menos na mesma época, 1975, 1976, logo depois da revolução dos Cravos em Portugal. Tínhamos um movimento de libertação de orientação socialista, marxista, e houve uma revolução. Foram nacionalizadas grandes propriedades, foi introduzida uma orientação revolucionaria, quase todos os colonos portugueses saíram e tivemos um pequeno período sem guerra. Na seqüência começou uma guerra com a Rodésia (hoje Zimbábue), e depois tivemos uma guerra civil que durou 16 anos.” explica.

“A guerra civil era uma guerra trazida de fora, do regime do apartheid na África do Sul e que ganhou força internamente. Essa guerra levou a que houvesse uma mudança política a partir de dentro, portanto o mesmo movimento que fez a independência, que era a Frelimo converteu-se depois no movimento que implantou o capitalismo a partir da morte do líder revolucionário Samora Machel em 1986, o primeiro presidente moçambicano” completa Couto.

Conhecer a África é como conhecer o fundo da alma brasileira. Pelas ruas dos paises africanos nós brasileiros nos entendemos um pouco melhor. Não é por acaso que somos assim. O samba, o candomblé, a culinária e tantos outros pilares basicos da cultura brasileira vieram da África para serem digeridos no caldeirão Brasil e se transformarem em algo novo, diferente, brasileiro e único.

De toda a herança cultural e genética que herdamos da África, talvez o aspecto mais forte seja o da alegria, essa que o brasileiro demonstra até nas condições mais adversas de seu dia-a-dia. Lá e cá, todo mundo dança, todo mundo canta e todo mundo sorri. Não é necessário um motivo para isso, mas se por acaso um negro tiver sido eleito presidente dos EUA na madrugada anterior, não tenha dúvidas de que vão cantar, dançar e sorrir muito mais alto.

 


(publicado na revista ffw mag em janeiro de 2009)

Wednesday, April 1, 2009

CARLOS NADER: ENSAIOS AUDIOVISUAIS

CARLOS NADER: ENSAIOS AUDIOVISUAIS 
01 a 12 de abril de 2009

Entretecendo linguagens que vão do documentário clássico à videoarte, Carlos Nader (1964) é acima de tudo um ensaísta. Entre os mais criativos do audiovisual brasileiro, seus trabalhos refletem sobre as questões da identidade, a sensação do tempo e as relações das pessoas com a câmera, numa era extremamente mediatizada. Seus vídeos foram exibidos em centros culturais de mais de 20 países (como o MoMA de Nova York, o Stedelijk  de Amsterdã e a Tate Modern de Londres) e veiculados nos principais canais de TV do mundo (como o inglês Channel 4 e o franco-alemão Arte). Entre vários prêmios, recebeu o Mondial de la Vídeo de Bruxelles (Bélgica, 1993), o Internationaler Videokunstpreis da ZKM (Alemanha, 1998) e o Grande Prêmio de Cinema Brasil de Melhor Vídeo (2000), além do prêmio de Melhor Documentário da Competição Brasileira no É Tudo Verdade de 2008 e do Prêmio Especial do Júri da Associação Paulista dos Críticos de Arte pelo filme Pan-cinema parmanente. A Cinemateca Brasileira apresenta, com a colaboração da Associação Cultural Babushka, a obra completa de Carlos Nader, de seus consagrados trabalhos autorais a uma inédita seleção de 20 trabalhos de encomenda. Cross e Existo entranha, originalmente feitos como “loop”, foram reeditados exclusivamente para esta mostra e serão exibidos pela primeira vez em versão de filme “com começo e fim”. Ainda estão programadas conversas do público com o artista e admiradores de sua obra: o poeta Antonio Cicero, os músicos Caetano Veloso e Péricles Cavalcanti, a curadora Solange Farkas e o cineasta Carlos Adriano.

CINEMATECA BRASILEIRA
Largo Senador Raul Cardoso, 207
próximo ao Metrô Vila Mariana
Outras informações: (11) 3512-6111 (ramal 215)
www.cinemateca.gov.br

Ingressos: R$ 8,00 (inteira) / R$ 4,00 (meia-entrada)
Atenção: estudantes do Ensino Fundamental e Médio de escolas públicas têm direito à entrada gratuita mediante a apresentação da carteirinha.